Archive for the ‘Histórias’ Category
[TV JAC] Atletas do Passado: Kuka, da ADJ
Quem não conhece a história do futebol joaçabense, acha que ele é apenas “o pai da Natália” . Mas Luis Carlos fez história no Joaçaba, nos tempos da extinta Associação Desportiva Joaçaba. Ao lado de Toninho Macedo, brilhou e levou o time à elite do Estado.
Hoje, reside na cidade e é um dos responsáveis pelo sucesso e organização da AJOV (Associação Joaçabense de Vôlei), atuando como Vice-Presidente e tendo sua filha como principal inspiradora de uma legião de jovens atletas, que sonham em chegar na Seleção Brasileira.
O vídeo foi produzido pela TVBV Célula de Joaçaba (Giuliano Pedroso e Nilson “Alemão” Schuck), a quem parabenizamos por resgatar um assunto que muitas vezes acaba esquecido.
E o leitão vai para… ninguém
Todo começo de temporada é a mesma história. Começam as apostas milionárias para adivinhar em que cidade o NEC vai jogar. O time do eterno louco presidente Egon da Rosa já jogou em Navegantes, já jogou em Caçador (O Navegantes de Caçador, 2007 se não me engano), e voltou a Navegantes jogando em Camboriú (com direito a jogar um campeonato inteiro com o estádio interditado).
Mas este ano o NEC foi muito mais longe. Subiu a Serra Catarinense e foi parar na cidade de Lages, sabe-se lá Deus a troco de quê. Se bem que em ano político e com lageano candidato a governador, não duvido mais de nada. O time disputará a divisão de acesso (3a Divisão) do Campeonato Catarinense, que terá também a participação do nosso eterno rival Internacional de Lages.
E devido a esta grande novidade, ninguém ganhou o leitão do bolão. Eu havia apostado na desistência do NEC, e você?
Parabéns Natália
O Blog do JAC não poderia deixar de homenagear a atleta Natália Zílio Pereira, que fez uma partida excepcional na final da Super Liga Feminina de Voleibol, no domingo dia 18/04/2010.
Esperamos que cada jogador do JAC em 2010 tenha pelo menos 50% da garra, força e determinação que ela apresentou em quadra. Natália mostrou acima de tudo fibra e vontade de ganhar, o que falta em muitos atletas por aí.
Temos imenso orgulho de você também ter vestido a camisa do JAC em uma justa homenagem.
Estaremos sempre torcendo por você, tendo a certeza que ainda voará muito mais alto para superar os bloqueios que a vida tentará impor como dificuldades no seu caminho.
Parabéns Natália! Você foi uma gigante em quadra!
Depois da Piada vem a realidade!
Pois é quando o Deczka me disse não podemos perder a piada, concordei de pronto. Afinal faz parte da rivalidade.
Já queria escrever há algum tempo um post que deve causar impressões diferentes nos torcedores do JAC.
A pergunta principal é: foi bom ou ruim o rebaixamento da Chapecoense?
Existem dois lados nesta história, se por um lado a rivalidade faz com que fiquemos muito felizes e eufóricos fazendo piadas e etc, por outro vem aquilo que o Douglas falou no seu comentário no post anterior. Será melhor aguentar os times do Litoral ou Vale? Olha o exemplo do Rodrigo (Jornalista de Brusque) que acha o Brusque o melhor time do mundo, ao estilo Galvão, na derrota detona, na vitória é o máximo. Não acho que ele esteja errado ao defender o Brusque, acho que a imprensa de maneira geral dá muito palpite furado, só falar no microfone é fácil, mas fazer futebol não é uma tarefa simples.
A Chapecoense deste ano é um exemplo de que não podemos subestimar a realidade. Com o crescimento do ano passado, apareceu investimento e mais uma vez ficou provado que só dinheiro não faz futebol, pois está claro que o problema lá não foi dinheiro e muito menos a falta de torcedores.
Acredito que eles devem voltar rápidinho, não tanto quanto o Brusque que voltou no mesmo ano, onde pode até ter sido legal dentro do regulamento, mas com certeza não foi moral. Sem contar o Joinville que virou a mesa e jogou um torneio com Videira, Camburiuense e outros.
Esperamos não encontrá-los na segundona, afinal queremos o JAC na primeira divisão em 2011. Provável clássico marcado para 2012.
Mais uma pergunta fica no ar. Para o JAC seria melhor o campeonato sem a Chapecoense?
Chapecoense na segundona
Depois dos resultados que acompanhamos no campeonato da primeira divisão, podemos contar como quase certa a presença da eterna rival Chapecoense na segundona (este ano ou no próximo?).
Será a volta do grande clássico do Oeste, quando o Leão, raras vezes conseguiu matar o furacão. Mas que seja desta vez!
É isso aí. O âncora do time, Lê, vai afundando tudo que ele vê pela frente, assim como fez com o JAC no primeiro turno do ano passado.
[TV JAC] – Gigantes do Futebol – História JAC
Reportagem: Giuliano Pedroso
Imagens: Geovani Debastiani
Histórias do Futebol | Show do Rei no Da Nova
Não é de hoje que o Oscar Rodrigues da Nova recebe um espetáculo sem iluminação. Abro este post para falar do Show do Roberto Carlos no Estádio e você me pergunta: Que papo é esse de Roberto Carlos no blog do JAC?
Explico. Nos bons tempos do futebol joaçabense, em 1967, o Rei Roberto veio a Joaçaba para fazer um show no Estádio. E na época, o local poderia ser utilizado para shows sem danos ao gramado. O Show era no sábado, o jogo do Atlético contra o Ferroviário de Tubarão aconteceria no dia seguinte. São curiosidades do nosso futebol, e só o Prof. Rogério Bilibio ou o Comin poderão dizer o resultado final desta partida pós show.

Panfleto do Show e do jogo no dia seguinte. Arquivo de Antonio Carlos Pereira (Bolinha)
O mais curioso de tudo isso, é o sorteio de um Fuque Zero Km. Ora, quando o Fuque foi sorteado, saiu para um número que não havia sido vendido, para sorte da Comissão Organizadora dos Festejos do Cinquentenário de Joaçaba. Pois isso permitiu que o dinheiro arrecadado fosse suficiente para cumprir o compromisso com o empresário do Rei.
Só para ter uma idéia, o show foi atrasado, porque já naquela época existia gente veiaca nesse mundo. Ivan Bonato, que hospedou Roberto Carlos em sua casa (no Chalé ao lado de onde é hoje a Unimed), de forma bastante prudente, não deixou o Rei subir no palco antes dos contratantes garantirem o pagamento do show. Resultado: Show começou mais tarde do que deveria, e aconteceu na imensa escuridão do Da Nova, que naquela época não tinha iluminação.
Palavras do próprio Bolinha, testemunha ocular da história: “Para amenizar a situação, alguns carros apontavam seus faróis pra dentro do estádio – mas eles estavam distantes, no morro que leva ao Moinho do então prefeito Udilo Antonio Coppi, ali em frente da atual sede da Escola de Samba Aliança, e as luzes não ajudavam muito.”

Trecho da matéria publicada na Revista do Sul, que comenta o show às escuras no Da Nova. Arquivo Bolinha
Clássicos da nossa história, que de forma ou outra, se assemelham demais com a nossa triste realidade. Um abraço ao grande amigo Bolinha, também admirador do JAC.
Escapamos do Árbitro que apanhou de um dedo!
É isto mesmo, escapamos de pegar o árbitro que apanhou do dedo do zagueiro Índio do JAC em Videira. Basta olhar quem participou do sorteio, logo mais abaixo.
Onde por sinal fez uma péssima arbitragem, no placar final de Videira 1 x 1 JAC.
Sim, por incrível que pareça a agressão foi relatada em súmula, disponível para consulta na página da FCF, ou na imagem ao lado.
Se fosse uma manchete de jornal, seria: “Extra! Extra! Árbitro agredido com dedada no queixo…”
A escala da Federação é a seguinte para a partida de quarta feira:
| Jogo 52 Data: 19/08/2009 as: 20:30 horas2ª RODADA – 2ª FASE RETURNO Estádio: OSCAR R. DA NOVA – JOAÇABA |
| Confronto: Joaçaba X Camboriuense |
| Árbitro……- MAURO DE LIMA |
| Assistente 1 – MARCELO SILVIO ALVES |
| Assistente 2 – LUIZ ANTONIO ARIGONI |
| 4º Árbitro…- CHARLES LUIZ PETER |
| Árbitro Participante do Sorteio: JONAS ESTEVÃO DA SILVA |
Escala retirada do site da federação.
O árbitro será o Mauro de Lima, que conheci na avaliação da arbitragem ocorrida em 2008 no campo do Comercial. O Mauro é muito gente boa, inclusive falei pra ele que o negócio é xingar ele bem de longe porque o cara é grande… (e não esqueço o strike que ele fez na diretoria do Inter de Lages, hehehehhee). Brincadeiras a parte o Mauro pode até errar, mas definitivamente é um árbitro qualificado, o que não dá pra dizer dos outros árbitros que vieram ao Da Nova este ano.
Acho que nossos jogos tem que ser ele ou o Dadá…
Perguntar não ofende
Jacozinho, ídolo master da torcida do Leão, voltou ao Da Nova no último final de semana, para um público de mais de 600 pessoas. Teve uma péssima atuação, sendo substituido aos 46 do segundo tempo (pra matar tempo, eu sei).
A bola parecia morder no pé. Por um acaso a velhice finalmente bateu na porta da casa do centro-avante, ou ele estava apenas mascarando o jogo, afinal, o JAC é sua grande paixão?
Resposta por conta dos torcedores, nos comentários abaixo.
30 Anos de Futebol Profissional em Joaçaba

Livro 30 anos de futebol profissional em Joaçaba JEC | ADJ | JAC (1977 -2007)
Já estava passando da hora de prestar justa homenagem no Blog ao amigo Rogério Augusto Bilibio.
Não sei dizer ao certo quando o Rogério resolveu começar a escrever este livro, o fato é que no ano de 2008 foi lançado pela Editora Unoesc. Torcedor fanático como o autor do livro, não poderia deixar de prestigiar o lançamento da obra. Já no dia do lançamento garanti meu exemplar, com direito a dedicatória.
O livro é leitura obrigatória a todos os simpatizantes do futebol. Resgata a história dos 3 times profissionais que representaram Joaçaba e região.
O Joaçaba Esporte Clube (JEC) não tenho muito a falar, pois ainda era muito novo quando da sua existência. À registrar que meu sogro Jair Júlio Dariva foi dirigente do extinto JEC. No livro este talvez seja o clube com as histórias mais engraçadas.
Quanto à Associação Desportiva Joaçaba (ADJ), já posso falar com maior conhecimento de causa. No domingo de páscoa na estréia contra o Concórdia ganhamos por 3 x0 na minha primeira vez nas arquibancadas do estádio Oscar Rodrigues da Nova. Lembro bem do centroavante Rogério citado no livro. Vale ressaltar que quem me levara ao jogo foi meu primo e padrinho Ney Carlos Ghiggi (hoje residindo em Blumenau), que por ironia do destino foi diretor financeiro do time em 1992 e um dos principais responsáveis pela conquista da segunda divisão naquele ano, inclusive com problemas financeiros decorrentes de sua dedicação ao time na época. Breve aqui no Blog na sessão relíquias vou postar a foto de uma das lembranças da ADJ que guardo com muito carinho.
Depois de alguns anos sem futebol, visto que a ADJ foi excluída do campeonato de maneira ainda inexplicável, nasceu o Joaçaba Atlético Clube (JAC). Neste época já estava residindo em Blumenau, onde fazia minha graduação na FURB. E como Blumenau também tinha o time na segunda divisão neste época, quando tinha jogo do Joaçaba em Blumenau lá estava eu. Teve um ano que Blumenau tinha dois times inclusive (BEC e Santa Catarina), melhor ainda pois eram duas partidas. Aqui tem algumas histórias que dá pra contar qualquer dia destes. Até em Timbo eu e o Ney que também estava em Blumenau íamos assistir as partidas, afinal de Blumenau á Timbó eram 40 km aproximadamente.
Entre cinco gols no primeiro tempo em Timbó em uma noite, chegando a fazer 4 gols no segundo tempo e por pouco não empatando a partida, até a tempestade que desabou no Da Nova na final contra o Inter de Lages, passando pelos jogadores que fizeram história como Mauro Ovelha e Jacozinho, emfim vou parando por aqui, pois quem escreveu o livro foi o Rogério e muitas histórias parecidas estão lá contadas por ele e seus entrevistados, os próprios personagens.
Boa leitura a todos.
Em breve vou tentar ver com o Rogério contato para aquisição de exemplares e etc.
Aproveito para deixar aberto o Blog para o Rogério para quando quizer escrever alguma postagem, afinal o blog é feito por todos que gostam de futebol.



